"Tenha em mente que tudo que você aprende na escola é trabalho de muitas gerações. Receba essa herança, honre-a, acrescente a ela e, um dia, fielmente, deposite-a nas mãos de seus filhos." (Albert Einstein)

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sábado, 26 de setembro de 2009

VÍDEOLEGAL: SOY LOCO POR TI, AMERICA

O vídeo abaixo é da Gincana "Soy loco por ti, América", realizada na E. E. Dr. Carlos Albuquerque no dia 05 de setembro/09. Todos os países da América Latina foram representados pelos alunos da escola, orientados pelas professoras Cibeli Passos e Vânia Siqueira. E eles capricharam! Foi uma apresentação completa: danças, comidas típicas e a história de cada país mostrada de forma original e divertida. Foi um show de criatividade! Não podemos deixar de acreditar que os nossos alunos possuem potencial de sobra para nos supreender a cada dia. E foi isso que fizeram. Estão de parabéns!!!

video

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

MUITOLEGAL: Estudante das Galáxias

Aprenda a interpretar gráficos, conteúdo que será muito comum no Enem, através de um jogo divertido. Achei o joguinho no Guia do Estudante e estou indicando para vocês. É uma ótima forma de estudar, treinar e se divertir. Para quem gosta de jogo, é super divertido.



DICALEGAL: Faltam alguns dias para o Novo Enem


COMO SE PREPARAR PARA O NOVO ENEM

LEIA TUDO COM ATENÇÃO: “O Enem é uma prova de resistência”, afirma Antônio Mario Salles, coordenador do Curso Objetivo. O segredo está em lidar bem com qualquer tipo de conteúdo, inclusive aqueles textos enormes que costumam aparecer na prova. Uma boa dica é ler e reler cada parágrafo, assinalar palavras-chave e ter certeza de que entendeu o conceito antes de passar para frente. “Muitas vezes, a resposta para uma questão está dentro do próprio texto”, explica o professor.

QUESTÃO DE CONTEXTO: Para Salles, é fundamental aplicar os conceitos aprendidos em aula no cotidiano. “Não vai cair química pura, coisas muito teóricas. Querem saber a contextualização”, explica o coordenador, que também é professor de química. Então, a dica é procurar sempre fazer ligações entre o conteúdo que você aprende e as notícias atuais, por exemplo.

REVEJA OS GRÁFICOS: No Enem, o que não falta é gráfico. Para não chegar apavorado no dia da prova, o melhor a fazer é treinar e estudar diferentes linguagens. Dê uma olhada em esquemas que você já tenha estudado, confira em jornais e revistas e sempre preste atenção nas grandezas que estão sendo apresentadas, para não errar a questão por bobeira.

ATENÇÃO A FÓRMULAS: Segundo o Inep, todas as fórmulas necessárias para a realização das questões serão dadas na prova. Mas, de acordo com Salles, “não adianta nada ter a fórmula sem ter o manejo de cada uma delas”. Procure relembrar a função das principais fórmulas de física, química e biologia sobre os temas abordados no Enem, e esteja preparado para fazer paralelos com casos da atualidade.

ATUALIZE-SE: O Enem sempre se preocupou em abordar questões recentes do Brasil e do mundo. Se você não entende direito como surgiu a gripe A ou sobre o que se trata os escândalos no Senado, por exemplo, essa é a hora de se informar.

FOCO EM AGOSTO: Dica esperta: o Enem está pronto desde agosto. Isso significa que assuntos muito recentes dificilmente vão aparecer na prova. Aproveite seu tempo revendo os conteúdos que mais pesam na hora ou se informando de contextos históricos de informações que certamente serão pedidas. Segundo o professor Salles, vale estudar H1N1, crise financeira, energia nuclear e transformação de energia.

NÃO SE ATROPELE: A gente já adianta: se você sente que não está preparado para a prova, não vai adiantar nada se afogar nas apostilas e nos livros faltando apenas 10 dias. Vale mais a pena tentar se atualizar e fazer os simulados.
“Quem não estudou tanto ainda pode tirar uma boa nota”, assegura Salles. “O vestibulando que não estudou não é nulo, ele sabe o que está se passando. O importante é se dedicar, estudar o que for necessário e não desanimar”. Anotou?
(Fonte: Guia do Estudante)

LINGUAGENS: Qual a melhor religião?





Breve diálogo entre o teólogo brasileiro Leonardo Boff e o Dalai Lama.

Leonardo Boff explica:
"No intervalo de uma mesa-redonda sobre religião e paz entre os povos,
na qual ambos (eu e o Dalai Lama) participávamos,
eu, maliciosamente, mas também com interesse teológico,
lhe perguntei em meu inglês capenga:
- "Santidade, qual é a melhor religião?" (Your holiness, what`s the best religion?)
Esperava que ele dissesse:
"É o budismo tibetano" ou "São as religiões orientais, muito mais antigas do que o cristianismo."
O Dalai Lama fez uma pequena pausa, deu um sorriso, me olhou bem nos olhos - o que me desconcertou um pouco, por que eu sabia da malícia contida na pergunta - e afirmou:
 "A melhor religião é a que mais te aproxima de Deus, do Infinito". É aquela que te faz melhor."
Para sair da perplexidade diante de tão sábia resposta, voltei a perguntar:
- "O que me faz melhor?"
Respondeu ele:
-"Aquilo que te faz mais compassivo" (e aí senti a ressonância tibetana, budista,
taoísta de sua resposta), aquilo que te faz mais sensível, mais desapegado,
mais amoroso, mais humanitário, mais responsável... mais ético...
A religião que conseguir fazer isso de ti é a melhor religião..."
Calei, maravilhado, e até os dias de hoje estou ruminando sua resposta sábia e irrefutável.
Não me interessa amigo, a tua religião ou mesmo se tem ou não tem religião.
O que realmente importa é a tua conduta perante o teu semelhante, tua família,
teu trabalho, tua comunidade, perante o mundo...
Lembremos:

"O Universo é o eco de nossas ações e nossos pensamentos".

A Lei da Ação e Reação não é exclusiva da Física. Ela está também nas relações humanas.
Se eu ajo com o bem, receberei o bem. Se ajo com o mal, receberei o mal.
Aquilo que nossos avós nos disseram é a mais pura verdade:
 "terás sempre em dobro aquilo que desejares aos outros".
Para muitos, ser feliz não é questão de destino. É de escolha.
Pense nisso

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

DICALEGAL: FILMES

Quais foram os filmes mais importantes desde a retomada do cinema brasileiro?

A partir de 1995, o cinema nacional ganhou fôlego, atraiu milhões de espectadores e levou prêmios em festivais dentro e fora do país.

O cinema brasileiro passou por uma fase de decadência durante as décadas de 70 e 80. O auge da crise aconteceu no início dos anos 90, quando a Embrafilme foi extinta no governo de Fernando Collor de Mello. A situação só começou a melhorar em 1993, quando foi criada a Lei do Audiovisual, que promovia novos investimentos por parte do governo federal. Dois anos depois, apareceram as primeiras produções nacionais de peso, como o filme Carlota Joaquina, a princesa do Brasil, de Carla Camurati, considerado um marco da "retomada do cinema brasileiro".

Na época, a grande novidade era a possibilidade da variação de temas, a liberdade de criar sem o fantasma da censura e ainda as novidades tecnológicas que tornaram mais fácil e viável se fazer cinema no país. "A retomada implicou uma mudança de formatação do filme. Antes, usava-se negativos vindos do exterior, o que deixava as produções muito caras. O cineasta tinha um orçamento, mas a maior parte dele era apenas para a compra da película. Isso significava que, se em outros países era possível repetir a mesma tomada até seis, sete vezes, no Brasil os atores ensaiavam e gravavam apenas uma vez. Com a digitalização que passou a ser usada na década de 90, foi possível melhorar a qualidade das produções", conta Máximo Barro, editor de filmes e professor de cinema da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Assim, os novos equipamentos colocaram o Brasil em condições de produzir filmes no mesmo nível de obras cinematográficas internacionais e ainda permitiu que o documentário ganhasse força no país.
Hoje, quase 15 anos depois da retomada, o cinema brasileiro cresceu no mercado mundial e concorre lado a lado com produções estrangeiras. "Atualmente, o Brasil produz quatro ou cinco filmes por ano que estão no mesmo nível dos internacionais. Apesar de parecer que temos um orçamento baixo, é preciso levar em conta que fora do país a produção é mais cara. Por isso, hoje pode-se dizer que nossos filmes têm nível internacional", diz o professor. Veja logo abaixo uma lista dos filmes mais expressivos desse período:

                             
Carlota Joaquina, a princesa do Brasil - 1995
O filme de Carla Camurati é considerado a primeira grande produção da fase de retomada do cinema brasileiro. O longa-metragem levou 1,2 milhão de espectadores para as salas de exibição, um marco para a história cinematográfica nacional – já que, desde Leila Diniz, de 1987, só produções infantis ultrapassavam a marca de um milhão de ingressos. Os dados são da Agência Nacional de Cinema (ANCINE). O sucesso se deve à história leve, uma sátira sobre a vida da família real portuguesa, e que contava com um elenco de atores conhecidos da TV. "Esse filme foi uma surpresa porque abordava um gênero que nunca fizemos por falta de dinheiro: a reconstituição histórica. Carlota Joaquina foi produzido à margem de todos os problemas com um resultado impressionante, e se tornou um símbolo para o cinema nacional", afirma Máximo Barro.

O Que é Isso, Companheiro? - 1997
Baseado no livro homônimo de Fernando Gabeira, o filme ganhou destaque por retratar o período da ditadura brasileira. É a adaptação da história real do sequestro do embaixador americano Alan Arkin por militantes. Foi visto por 270 mil brasileiros e distribuído no exterior pela gigante Miramax. A boa aceitação pelo público fora do Brasil fez com que a obra dirigida por Bruno Barreto fosse indicada ao Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira naquele ano, mas perdeu para o holandês Character.





Central do Brasil - 1998
Feito em parceria com a França e dirigido por Walter Salles, o filme foi o grande sucesso dos primeiros anos de retomada. O enredo é a história de uma mulher que ajuda um garoto órfão a reencontrar a família. O longa-metragem ganhou o Urso de Ouro de Melhor Filme, o Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro e foi candidato ao Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira. "Não acredito em premiações, mas é claro que, quando um filme nacional é indicado a prêmios internacionais, ganha uma perspectiva que não teria por outros meios. É um trabalho excelente que não vai envelhecer", avalia o professor Máximo Barro. A projeção alcançada por Central do Brasil foi um dos grandes responsáveis pelo aumento no número de produções e de investimentos no cinema nacional

Bicho de Sete Cabeças - 2001
A partir dos anos 2000, os filmes nacionais começaram a fazer carreira em festivais de cinema. Em 2001, o filme de Laís Bodanzky teve uma estreia tímida, mas ganhou destaque depois de chamada a atenção nos festivais de Brasília e de Recife. Exibido no exterior, foi vencedor do Festival de Locarno. O drama conta a história de um estudante de classe média (vivido por Rodrigo Santoro) que é internado em um manicômio depois que seus pais descobrem que ele fuma maconha. A película também foi importante por ser o primeiro longa-metragem de sucesso da retomada com uma temática urbana e atual, que aborda os problemas da família, da escola e da juventude contemporâneas.
Abril Despedaçado - 2001
O primeiro longa-metragem de Walter Salles depois de Central do Brasil foi esperado com grande expectativa. Chegou a ser exibido em apenas uma sala de Salvador apenas para poder ser candidato ao Oscar. Não recebeu a indicação, mas foi muito bem recebido pelo público. A história do homem que busca vingar a morte do irmão é baseada no livro do albanês Ismail Kadaré. Venceu o prêmio de Melhor Filme Estrangeiro no Globo de Ouro, na British Academy of Films and Arts e o Leoncino de Ouro do Festival de Veneza.

Cidade de Deus - 2002
O filme de Fernando Meirelles foi um estrondo no Brasil. A trama se passa na comunidade de Cidade de Deus, no Rio de Janeiro, e mostra a trajetória de jovens que se envolvem com o crime. Apesar de criticado por enfatizar a violência, também é considerado por muitos como o melhor longa-metragem da retomada do cinema nacional. O público recorde foi de 3,2 milhões de espectadores. Cidade de Deus, ou City of God, também foi sucesso no exterior. Recebeu quatro indicações ao Oscar: melhor direção, melhor roteiro adaptado, melhor fotografia e melhor edição.




Ônibus 174 - 2002
José Padilha fez sua estreia em longa-metragens com um documentário que chocou o Brasil e repercutiu no exterior. O filme foi montado a partir de entrevistas e de imagens captadas por emissora de TV de um drama real: o sequestro de um ônibus no Rio de Janeiro por um dos sobreviventes da chacina da Candelária. É um dos expoentes do documentário brasileiro, gênero que ganhou força com a retomada. "Antes dos anos 90 se produzia, no máximo, um documentário por ano aqui. Com a digitalização, a produção aumentou de quantidade e de qualidade. Hoje somos bem considerados no exterior por causa dos temas abordados e da maneira como nossas produções são conduzidas", explica Máximo Barros.

Carandiru - 2003
A produção de Hector Babenco, baseada no livro Estação Carandiru, de Drauzio Varella, se tornou o campeão de bilheteria desde a retomada do cinema brasileiro, com 4,7 milhões de espectadores. O longa-metragem, que retrata o massacre na Casa de Detenção de São Paulo, no bairro do Carandiru, em São Paulo, foi também exibido no exterior com o mérito de mostrar as condições sub-humanas dos presídios brasileiros. Ganhou prêmios no festival de Havana e Cartagena. "Pela primeira vez no Brasil, um filme estava mostrando com realismo o interior do sistema prisional, uma coisa que o governo é louco para esconder. O filme tem um nível que é difícil de encontrar mesmo em filmes americanos, os únicos que também têm a coragem de abordar essa temática", diz Máximo Barro.

Dois Filhos de Francisco - 2005
Dois anos depois, o recorde de Carandiru foi batido por Dois Filhos de Francisco, que levou ao cinema 5,3 milhões de espectadores, desbancando até mesmo a bilheteria de produções de Hollywood. O filme de Breno Silveira contava a história da dupla de cantores Zezé di Camargo e Luciano. Apesar do apelo popular, também atraiu público que não é fã de música sertaneja e foi exibido com sucesso em outros países, arrecadando 13 milhões de dólares no mundo todo.



Tropa de Elite - 2007
O longa-metragem, primeiro trabalho de ficção de José Padilha, foi cercado de polêmicas mesmo antes do lançamento. Antes da estreia, uma cópia vazou, com isso, DVDs piratas invadiram as ruas do país e o filme virou febre. A estimativa é de que 11 milhões de pessoas assistiram a Tropa de Elite. Dessas, 2,4 milhões foram aos cinemas. Apesar de aclamado pelo público por retratar a violência urbana no país, o papel do consumidor no tráfico de drogas e a falência do sistema policial, o filme foi criticado por incitar o abuso policial e a tortura. Foi muito bem recebido no exterior e ganhou o Urso de Ouro de Berlim. "É um filme difícil, pois aborda questões delicadas. É muito complicado para o público assumir uma posição, tomar uma atitude. Cinematograficamente, é muito bom. Foi bem concebido como argumento e roteiro, muito bem filmado, tinha os atores que eram necessários para o papel, o acabamento foi feito de acordo. É um filme de choque", avalia o professor Máximo Barro.

(Fonte de pesquisa Revista Nova Escola)

MINHAOPINIÃO: É interessante e importante valorizar os filmes brasileiros. Assistir a um desses filmes citados acima por mim é fazer uma viagem cultural pelo nosso país. Dê valor ao que é nosso. Aproveite a dica e assista a, pelo menos, um deles. Assisti todos e recomendo.

domingo, 20 de setembro de 2009

TESTELEGAL


QUE BICHO VOCÊ É?


O homem sempre esteve integrado à natureza. Os animais representam nosso conjunto de potencialidades e instintos, que, ao serem assimilados, viram dons especiais. Responda às perguntas e descubra o bicho que há dentro de você!

Segundo o teste, eu sou uma tartaruga. Muito legal!!! Saiba agora qual bicho você é acessando o link abaixo:

http://istoe.terra.com.br/planetadinamica/site/quizasp/animais/perguntas_animais.asp?id_quiz=84

DICADEFILME: Prova de fogo


O filme Prova de Fogo traz a história de um heróico bombeiro, Caleb Holt, que é reconhecido por toda cidade onde ele habita como um profissional exemplar e, acima de tudo, um herói. O seu casamento, porém, não anda nada bem, e Caleb e sua esposa estão prestes a se separarem. A salvação do casamento do capitão do corpo de bombeiros vem quando seu pai lhe dá de presente um diário que se trata de um desafio de 40 dias no qual cada dia Caleb tem de fazer diversas coisas como supreender sua parceira, elogiá-la, escutá-la mais e muitas outras coisas, além de aprender a entender as situações vividas em um matrimônio.


MINHAOPINIÃO: O filme é uma ótima lição de otimismo e perseverança. Além de ser um espelho para vermos o que se apresenta de errado em nosso próprio relacionamento, mas a pressa e o desinteresse do dia-a-dia não nos deixa enxergar. Veja-o acompanhado, se possível, do seu parceiro(a). Não o assista apenas com os olhos, sinta-o com o coração. Se houver algum problema com vocês, seu senso crítico irá entrar em ação e... Bom, se o filme tiver algum resultado positivo em sua vida, não se esqueça de deixar seu depoimento aqui no meu blog. Com certeza, suas palavras irão ajudar outras pessoas também.


Obs.: Não poderia deixar de lembrar que o filme foi indicado por dois alunos queridos, Lucas e Carlos Ícaro. Obrigada, rapazes. Forever Friends...