"Tenha em mente que tudo que você aprende na escola é trabalho de muitas gerações. Receba essa herança, honre-a, acrescente a ela e, um dia, fielmente, deposite-a nas mãos de seus filhos." (Albert Einstein)

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sábado, 19 de setembro de 2009

DICALEGAL: Baralho


Essa informação é dedicada a turminha do 2M8 que gosta, nas horas vagas, na escola, de jogar cartas. Muito interessante a brincadeira. Olha eles aí na foto acima em momento de descontraçao. Um barato desde que não atrapalhe as aulas.
Cada rei no baralho representa um grande Rei/Imperador da história:
Espadas: Rei David (Israel)
Paus: Alexandre Magno (Grécia/Macedónia)
Copas: Carlos Magno (França)
Ouros: Júlio César (Roma)

LINGUAGENS: HOMENS, by Vinícius de Moraes

Os Homens.
Os homens bons, são feios.
Os homens bonitos, não são bons.
Os homens bonitos e bons, são gays.
Os homens bonitos, bons e heterossexuais, estão casados.
Os homens que não são bonitos, mas são bons, não têm dinheiro.
Os homens que não são bonitos, mas que são bons e com dinheiro,
pensam que só estamos atrás de seu dinheiro.
Os homens bonitos, que não são bons e são heterossexuais,
não acham que somos suficientemente bonitas.
Os homens que nos acham bonitas, que são heterossexuais,
bons e têm dinheiro, são covardes.
Os homens que são bons, têm dinheiro e graças a Deus são heterossexuais, são tímidos e

NUNCA DÃO O PRIMEIRO PASSO!

Os homens que nunca dão o primeiro passo,
automaticamente perdem o interesse em nós quando tomamos a iniciativa.

AGORA... QUEM NESSE MUNDO ENTENDE OS HOMENS?


Moral da História: " Homens são como um bom vinho. Todos começam como uvas, e é dever da mulher pisoteá-los e mantê-los no escuro até que amadureçam e se tornem uma boa companhia pro jantar "


LINGUAGENS: FALE, by Ariele Rezende

Fale de nós do que ocorre por dentro.
Fale o que sente ao me ver.
Fale das coisas da vida.
Fale das paginas do último livro que você leu.
Fale do mundo e seus poderes.
Fale das cores dos sons que disparam seu coração.
Fale dos pensamentos de tudo e todos.
Fale também das flores e dos amores.
Fale quem e você!



FOTOBIOGRAFIA: Ariele Rezende Costa nasceu no dia 14 de Janeiro de 1993, em Montes Claros, Minas Gerais. Criada na Capital Mineira, Belo Horizonte, onde iniciou sua vida escolar, sempre demonstrando aptidão por poemas. Em 2004, Ariele retorna á sua cidade natal, continua sua trajetória escolar e descobre-se cada vez mais apaixonada por literatura. Atualmente com 16 anos, ela cursa o 2º ano do ensino médio, prepara-se para prestar vestibular e dedica suas horas livres para seus poemas, vê no psiu poético uma grande oportunidade de expandir a arte para todas as partes.

FIQUELIGADO: Ariele Rezende é minha aluna na E. E. Dr. Carlos Albuquerque. É uma menina/moça feliz, sensível, carismática e muito inteligente. Além de todos esses adjetivos, é uma poetisa nata. Tem a poesia em sua alma. Adoro essa garota. Sucesso em seus primeiros passos no Psiu Poético/Montes Claros.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

FOTOLEGAL

Que turminha guerreira! Todos os dias estão armadas com livros, gizes e a palavra para combater a ignorância cultural e a marginalidade social. Rejane, Gezlane, Solane, Henriqueta, Cássia, Marlene e Gláucia. Adoro vocês!

LINGUAGENS: Amor é fogo que arde sem se ver

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;

É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
se tão contrário a si é o mesmo Amor?

FIQUELIGADO: O sonêto acima é de Luiz Vaz de Camões, foi adaptado musicalmente pelo grupo "Legião Urbana". Sua forma original é tirada do texto bíblico 1 Coríntios 13.


LEMBREI-ME DE VOCÊ Poema postado especialmente para uma querida aluna, Gabriele Fidelis, que ao me ver declamá-lo em sala de aula ficou com uns olhinhos pequeninos e brilhantes. Abraço, menina moça!!!

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

MUITOLEGAL: Seu nome escrito no GELO

Quer ver o seu nome escrito no gelo de uma maneira muito especial??? Clique no link abaixo e escreva seu nome sem assento. Depois, "SUBMIT". Agora é só esperar a SURPRESA.

http://www.star28.net/snow.html


Um abraço a todos!!!

LINGUAGENS: O sotaque das mineiras

O sotaque das mineiras deveria ser ilegal, imoral ou engordar. Afinal, se tudo que é bom tem um desses horríveis efeitos colaterais, como é que o falar, sensual e lindo das moças de Minas ficou de fora? Por que, Deus, que sotaque! Mineira devia nascer com tarja preta avisando: 'ouvi-la faz mal à saúde'. Se uma mineira, falando mansinho, me pedir para assinar um contrato doando tudo que tenho, sou capaz de perguntar: 'só isso?'. Assino, achando que ela me faz um favor.

Eu sou suspeitíssimo. Confesso: esse sotaque me desarma. Certa vez quase propus casamento a uma menina que me ligou por engano, só pelo sotaque. Os mineiros têm um ódio mortal das palavras completas... Preferem, sabe-se lá por que, abandoná-las no meio do caminho. Não dizem: pode parar, dizem: 'pó parar' Não dizem: onde eu estou?, dizem: 'on queu tô.' Os não-mineiros, ignorantes nas coisas de Minas, supõem, precipitada e levianamente, que os mineiros vivem - lingüisticamente falando - apenas de uais, trens e sôs. Digo-lhes que não. Mineiro não fala que o sujeito é competente em tal ou qual atividade. Fala que ele é bom de serviço. Pouco importa que seja um juiz, um jogador de futebol ou um ator de filme pornô. Se der no couro - metaforicamente falando, claro - ele é bom de serviço. Faz sentido...

Mineiras não usam o famosíssimo tudo bem. Sempre que duas mineiras se encontram, uma delas há de perguntar pra outra: 'cê tá boa?' Para mim, isso é pleonasmo. Perguntar para uma mineira se ela tá boa é desnecessário. ... Há outras.

Vamos supor que você esteja tendo um caso com uma mulher casada. Um amigo seu, se for mineiro, vai chegar e dizer: - Mexe com isso não, sô (leia-se: sai dessa, é fria, etc.) O verbo 'mexer', para os mineiros, tem os mais amplos significados.  Quer dizer, por exemplo, trabalhar. Se lhe perguntarem com o que você mexe, não fique ofendido. Querem saber o seu ofício. Os mineiros também não gostam do verbo conseguir.
Aqui ninguém consegue nada. Você não dá conta. Sôcê (se você) acha que não vai chegar a tempo, você liga e diz: '- Aqui, não vou dar conta de chegar na hora, não, sô.' Esse 'aqui' é outra delícia que só tem aqui. É antecedente obrigatório, sob pena de punição pública, de qualquer frase. É mais usada, no entanto, quando você quer falar e não estão lhe dando muita atenção: é uma forma de dizer 'olá, me escutem, por favor'. É a última instância antes de jogar um pão de queijo na cabeça do interlocutor.

Mineiras não dizem 'apaixonado por'. Dizem, sabe-se lá por que, 'apaixonado com'. Soa engraçado aos ouvidos forasteiros. Ouve-se a toda hora: 'Ah, eu apaixonei com ele....'. Ou: 'sou doida com ele' (ele, no caso, pode ser você, um carro, um cachorro). Eu preciso avisar à língua portuguesa que gosto muito dela, mas prefiro, com todo respeito, a mineira. Nada pessoal. Aqui certas regras não entram. São barradas pelas montanhas.

Por exemplo: em Minas, se você quiser falar que precisa ir a um lugar, vai dizer: - 'Eu preciso de ir.' Onde os mineiros arrumaram esse 'de', aí no meio, é uma boa pergunta... Só não me perguntem! Mas que ele existe, existe. Asseguro que sim, com escritura lavrada em cartório.

No supermercado, o mineiro não faz muitas compras, ele compra um tanto de coisa. O supermercado não estará lotado, ele terá um tanto de gente. Se a fila do caixa não anda, é porque está agarrando lá na frente. Entendeu? Agarrar é agarrar, ora! Se, saindo do supermercado, a mineirinha vir um mendigo e ficar com pena, suspirará :'- Ai, gente, que dó.'
É provável que a essa altura o leitor já esteja apaixonado pelas mineiras... Não vem caçar confusão pro meu lado! Porque, devo dizer, mineiro não arruma briga, mineiro  'caça confusão'. Se você quiser dizer que tal sujeito é arruaceiro, é melhor falar, para se fazer entendido, que ele 'vive caçando confusão'. Ah, e tem o 'Capaz....' Se você propõe algo a uma mineira, ela diz: 'capaz' !!! Vocês já ouviram esse 'capaz'? É lindo. Quer dizer o quê? Sei lá, quer dizer 'ce acha que eu faço isso'!? com algumas toneladas de ironia.. Se você ameaçar casar com a Gisele Bundchen, ela dirá: 'ô dó dôcê'. Entendeu? Não? Deixa para lá. É parecido com o 'nem..'.Já ouviu o 'nem...'? Completo ele fica: '- Ah, nem....' O que significa? Significa, amigo leitor, que a mineira que o pronunciou não fará o que você propôs de jeito nenhum.  Mas de jeito nenhum. Você diz: 'Meu amor, cê anima de comer um tropeiro no Mineirão?' Resposta: 'nem...' Ainda não entendeu? Uai, nem é nem. Leitor, você é meio burrinho ou é impressão?

Preciso confessar algo: minha inclinação é para perdoar, com louvor, os deslizes vocabulares das mineiras. Aliás, deslizes nada. Só porque aqui a língua é outra, não quer dizer que a oficial esteja com a razão. Se você, em conversa, falar: 'Ah, fui lá comprar umas coisas...'.. - Que' s coisa? - ela retrucará. O plural dá um pulo. Sai das coisas e vai para o 'que'! Ouvi de uma menina culta um 'pelas metade', no lugar de 'pela metade'. E se você acusar injustamente uma mineira, ela, chorosa, confidenciará : - Ele pôs a culpa 'ni mim'.
A conjugação dos verbos tem lá seus mistérios, em Minas... Ontem, uma senhora docemente me consolou: 'preocupa não, bobo!'.. E meus ouvidos, já acostumados às ingênuas conjugações mineiras nem se  espantam. Talvez se espantassem se ouvissem um: 'não se preocupe', ou algo assim. Fórmula mineira é sintética. e diz tudo.

Até o tchau, em Minas, é personalizado. Ninguém diz tchau, pura e simplesmente. Aqui se diz: 'tchau pro cê', 'tchau pro cês'. É útil deixar claro o destinatário do tchau... (by F.P.B. Netto)




domingo, 6 de setembro de 2009

LINGUAGENS: PÁTRIA MINHA


(...)
Se me perguntarem o que é a minha pátria, direi:
Não sei. De fato, não sei
Como, por que e quando a minha pátria
Mas sei que a minha pátria é a luz, o sal e a água
Que elaboram e liquefazem a minha mágoa
Em longas lágrimas amargas.


Vontade de beijar os olhos de minha pátria
De niná-la, de passar-lhe a mão pelos cabelos...
Vontade de mudar as cores do vestido (auriverde!) tão feias
De minha pátria, de minha pátria sem sapatos
E sem meias, pátria minha
Tão pobrinha!


Porque te amo tanto, pátria minha, eu que não tenho
Pátria, eu semente que nasci do vento
Eu que não vou e não venho, eu que permaneço
Em contato com a dor do tempo, eu elemento
De ligação entre a ação e o pensamento.


Eu fio invisível no espaço de todo o adeus
Eu, o sem Deus!
Tenho-te, no entanto em mim como um gemido
De flor; tenho-te como um amor morrido
A quem se jurou; tenho-te como uma fé
Sem dogma; tenho-te em tudo em que não me sinto a jeito
E sem pé-direito.


Fonte de mel, bicho triste, pátria minha
Amada, idolatrada, salve, salve!
Que mais doce esperança acorrentada
O não poder dizer-te: aguarda...
Não tardo!


Pátria minha... A minha pátria não é florão, nem ostenta
Lábaro não; a minha pátria é desolação
De caminhos, a minha pátria é terra sedenta
E praia branca; a minha pátria é o grande rio secular
Que bebe nuvem, come terra
E urina mar.
Mais do que a mais garrida a minha pátria tem
Uma quentura, um querer bem, um bem
Um libertas quae sera tamen
Que um dia traduzi num exame escrito:
"Liberta que serás também"
E repito!


Ponho no vento o ouvido e escuto a brisa
Que brinca em teus cabelos e te alisa
Pátria minha, e perfuma o teu chão...
Que vontade me vem de adormercer-me
Entre teus doces montes, pátria minha
Atento à fome em tuas entranhas
E ao batuque em teu coração.

Não te direi o nome, pátria minha
Teu nome é pátria amada, é patriazinha
Não rima com mãe gentil
Vives em mim como uma filha, que és
Uma ilha de ternura: a Ilha
Brasil, talvez.


Agora chamarei a amiga cotovia
E pedirei que peça ao rouxinol do dia
Que peça ao sabiá
Para levar-te presto este avigrama:
"Pátria minha, saudades de quem te ama...


Vinícius de Moraes

DICALEGAL: Prevenção Gripe H1N1

LINGUAGENS: Feios, porém bonitos

As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental”. Era um poeta maravilhoso, esse Vinicius de Moraes, mas deixou imortalizada uma frase que jamais sairia da boca de uma mulher. Aos feios, as mulheres dão boas vindas, desde que por trás do olho que não é azul e do corpo que não é atlético haja bom humor, inteligência e sex appeal.

Nunca veremos Brad Pitt e George Clooney namorando feinhas, mas já vimos Julia Roberts casar com Lyle Lovatt, um músico que tinha o rosto decorados com crateras, e a estonteante Sharon Stone desfilar com baixinhos barrigudos até contrair matrimônio com um senhor que mais parece um boneco de cêra. Há quem defenda a idéia de que mulheres casam com qualquer um, desde que tenha poder ou dinheiro. Poucas. Não foi o caso de Julia Roberts nem o de Sharon Stone, ricas e poderosas por si só, e também não é o caso de muitas Lucias, Andreas, Cristinas, Danielas, Fernandas e Jussaras anônimas. Mulheres preferem ser amadas do que invejadas.

Essa história de beleza tem a ver com atração, que tem a ver com “a primeira impressão é a que fica”, que tem a ver com inícios de relações. Se a garota for um canhão, as chances de conquistar um deus são quase zero (é uma generalização, toda regra tem exceções). Já se o garoto for feio, porém espirituoso, talentoso e auto-confiante, pode descolar o número do telefone da Marisa Monte. Lembrem-se que ela já namorou o Nando Reis, dos Titãs. Alguma coisa ele tem de lindo.

Mick Jagger é raquítico e branquela. Gerald Thomas é raquítico, branquela e usa óculos. Woody Allen é raquítico, branquela, usa óculos e está quase careca. Apesar desse quadro de horror, sei de muita mulher que não os expulsariam da sua cama. Será que elas nunca ouviram falar em Mel Gibson, Antonio Banderas, Pedro Bial? Elas nunca ouviram falar é que beleza garanta o conteúdo.

Mulher tem faro, não se contenta com a embalagem. É bem mais comum ver uma mulher linda acompanhada de um homem aparentemente sem graça do que o contrário. Não é (só) porque a concorrência é implacável e nos contentamos com o que sobra. É porque mulher tem raio-x: consegue olhar o que se esconde lá dentro. Se além de um belo coração e um cérebro em atividade ele ainda for apetecível, é lucro. Pena que a recíproca raramente seja verdadeira. Economizaríamos fortunas em cabeleireiros e academias se os homens fossem direto ao que interessa, na alma e no espírito, para os quais não adianta maquiagem.

(Martha Medeiros)

DICADEFILME

SINOPSE: Daven Evans (Christian Bale) é um jovem rancheiro escolhido pelo xerife para escoltar Wade, um perigoso líder de uma gangue, até o tribunal de Yuma, no Colorado. Mas ao chegar lá, o rapaz é surpreendido pelo bando do criminoso disposto a tudo para libertá-lo. A partir daí, é iniciada uma forte batalha entre as gangues rivais.
Informações Técnicas:
Título no Brasil: Os Indomáveis
Título Original: 3:10 to Yuma
País de Origem: EUA
Gênero: Faroeste
Tempo de Duração: 117 minutos
Ano de Lançamento: 2007

MINHA OPINIÃO: Um filme de faroeste com história, pode? Eu que nem gosto de filme desse tipo, adorei. Recomendo. Assisti hoje.

DICALEGAL: Primavera

Gente, o início da primavera é no dia 23 de Setembro. Lembram-se disso? Então vamos nos preparar...

Clique no link abaixo, LIMPE A JANELA E SUPREENDA-SE.



http://www.eldogma.com.ar/flyers/diaprimavera/default.asp

sábado, 5 de setembro de 2009

LINGUAGENS: Eu não sou você... Você não é eu!

Eu não sou você
Você não é eu
Mas sei muito de mim
Vivendo com você
E você, sabe muito de você vivendo comigo?

Eu não sou você.
Você não é eu.
Mas encontrei comigo e me vi
Enquanto olhava pra você.
Na sua, minha, insegurança
Na sua, minha, desconfiança
Na sua, minha competição
Na sua, minha, birra infantil
Na sua, minha, omissão
Na sua, minha, firmeza
Na sua, minha, impaciência
Na sua, minha, prepotência
Na sua, minha, fragilidade doce
Na sua, minha, mudez aterrorizada
E você se encontrou e se viu, enquanto olhava para mim?

Eu não sou você
Você não é eu
Mas foi vivendo minha solidão
que conversei com você
E você conversou comigo na sua solidão ou fugiu dela, de mim e de você?

Eu não sou você
Você não é eu
Mas sou mais eu, quando consigolhe ver,
 porque você me reflete
No que eu ainda sou
No que quero vir a ser...

Eu não sou você
Você não é eu
Mas somos um grupo, enquanto somos capazes de,
 diferenciadamente, eu ser eu, vivendo com você e
Você ser você, vivendo comigo.
(Madalena Freire)

LINGUAGENS: Simplesmente ler

Este poema de Rubem Alves é dedicado a uma aluna muito esperta e inteligente do 2° Ano 8, Leidiane. A intenção é que ela aumente sua vontade ler livros, muitos livros.


Leia vagarosamente,
brincando com as palavras,
sem querer chegar ao fim,
como se estivesse fazendo amor com a pessoa amada.

A leitura nos leva por mundos que nunca existiram e nem existirão,
por espaços longínquos que nunca visitaremos.

É desse mundo diferente, estranho ao nosso,
que passamos a ver o mundo em que vivemos de uma outra forma.

(Autor: Rubem Alves)

DICALEGAL


Grande parte de nossa evolução depende diretamente do que ouvimos e principalmente do que aprendemos através das leituras. Um livro, um texto, um jornal se constituem, no mínimo, para elevar-nos intelectualmente e espiritualmente. Ainda que se considere que as pessoas lêem sem terem sido para isso preparadas ou treinadas.A seguir vai minha contribuição para que se tenha qualidade e bons resultados ao ato de ler:


1. Exercite o hábito da leitura, para ela se tornar um recurso diário e natural;
2. Leia sempre, mais e melhor. Desde jornais, livros, informativos;
3. Comece pesquisando os próprios livros que estão esquecidos nas prateleiras, e que por qualquer razão ainda não encontrou um tempinho para manusear;
4. Lembre-se de fazê-los circular entre as pessoas de seu círculo de amizade,
assim você levará oportunidade para muitos;
5. Tempo para ler existe. É só querer!
6. Importante o estado orgânico de quem lê. Torna-se difícil um bom aproveitamento quando temos um mau estar físico, por exemplo, dor de cabeça;
7. As melhores horas para se ler são as horas da manhã, quando o cérebro está mais descansado, ou no entardecer, após um banho, que nos causa um alívio físico
e espiritual das atribulações diárias;
8. Faça marcações nas páginas, sublinhando textos importantes, frases,
anote ao lado na margem: importante;
9. Não se preocupe muito com a beleza do compêndio. Quando mais você puder participar, dissecando, retaliando, anotando, é bem melhor, tanto para quem lê,
como para quem tenha acesso àquela obra;
10. Frequente sempre que puder feiras de livros, pois se constituem em ótima oportunidade para se presentear alguém; lembrando mais uma vez, presenteie a pessoa certa com o livro certo. Nunca esqueça da dedicatória.

Não se esqueça dessas dicas. Elas são importantes para a formação de um bom leitor.

LINGUAGENS: DESABAFO DE UMA MULHER REBELDE


São 7h. O despertador canta de galo e eu não tenho forças nem para atirá-lo contra a parede. Estou TÃO acabada, não queria ter que trabalhar hoje. Quero ficar em casa, cozinhando,
ouvindo música, cantarolando até.
Se tivesse filhos, gastaria a manhã brincando com eles,
se tivesse cachorro, passeando pelas redondezas.
Aquário? Olhando os peixinhos nadarem.
Espaço? Fazendo alongamento.
Leite condensado? Brigadeiro.

Tudo menos sair da cama, engatar uma primeira e colocar o cérebro para funcionar.
Gostaria de saber quem foi a mentecapta, a matriz das feministas que teve a infeliz idéia de reivindicar direitos à mulher, e por quê ela fez isso conosco, que nascemos depois dela.

Estava tudo tão bom no tempo das nossas avós, elas passavam o dia a bordar, a trocar receitas com as amigas, ensinando-se mutuamente segredos de molhos e temperos, de remédios caseiros, lendo bons livros das bibliotecas dos maridos, decorando a casa, podando árvores, plantando flores, colhendo legumes das hortas, educando crianças, freqüentando saraus...
A vida era um grande curso de artesanato, medicina alternativa e culinária.


Aí vem uma fulaninha qualquer que não gostava de sutiã, tampouco de espartilho, e contamina várias outras rebeldes inconseqüentes com idéias mirabolantes sobre "vamos conquistar o nosso espaço". Que espaço, minha filha?
Você já tinha a casa inteira, o bairro todo, o mundo ao seus pés.Detinha o domínio completo sobre os homens, eles dependiam de você para comer, vestir, e se exibir para os amigos...,
que raio de ireitos requerer?


Agora eles estão aí, todos confusos, não sabem mais que papéis desempenhar na sociedade, fugindo de nós como o diabo da cruz. Essa brincadeira de vocês acabou é nos enchendo de deveres, isso sim. E nos lançando no calabouço da solteirice aguda.

Antigamente, os casamentos duravam para sempre, tripla jornada era coisa do Bernard do vôlei - e olhe lá, porque naquela época não existia Bernard e, se duvidar, nem vôlei. Por quê, me digam, por quê um sexo que tinha tudo do bom e do melhor, que só precisava ser frágil, foi se meter a competir com o "macharedo"? Olha o tamanho do bíceps deles, e olha o tamanho do nosso. Tava na cara que isso não ia dar certo.


Não agüento mais ser obrigada ao ritual diário de fazer escova, maquiar, passar hidratantes, escolher que roupa vestir, que sapatos, acessórios, que perfume combina com o meu humor, nem de ter que sair correndo, ficar engarrafada, correr risco de ser assaltada, de morrer atropelada, passar o dia ereta na frente do computador, com o telefone no ouvido, resolvendo problemas.


Somos fiscalizadas e cobradas por nós mesmas a estar sempre em forma, sem estrias, depiladas, sorridentes, cheirosas, unhas feitas, sem falar no currículo impecável, recheado de mestrados, doutorados, e especializações. Viramos supermulheres, continuamos a ganhar menos do que eles. Não era muito melhor ter ficado fazendo tricô na cadeira de balanço?


Chega!, eu quero alguém que pague as minhas contas, abra a porta para eu passar, puxe a cadeira para eu sentar, me mande flores com cartões cheios de poesia, faça serenatas na minha janela - ai, meu Deus, 7h 30min, tenho que levantar!, - e tem mais, que chegue do trabalho, sente no sofá, coloque os pés para cima e diga: "meu bem, me traz uma dose de whisky, por favor?", descobri que nasci para servir. Vocês pensam que eu estou ironizando?


Estou falando sério! Estou abdicando do meu posto de mulher moderna... Troco pelo de Amélia.

Alguém se habilita?

(Autor Desconhecido)
Dedico essas palavras a minha querida colega de trabalho, MARA.
Só ela sabe o porquê. (rsrssrsrs)

METADAEDUCAÇÃO

A principal meta da educação é
criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas,
não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram.
Homens que sejam criadores, inventores, descobridores.
A segunda meta da educação é
formar mentes que estejam em condições de criticar, verificar
e não aceitar tudo que a elas se propõe.
(Jean Piaget)

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

ENGLISH: Poem


If I were you
By Elisabeth Prescher

If I were you
I would love me.
I'd look at me
And talk to me just tenderly,
If I were you.

If I were you
I would not rush out of my side.
I'd not mind the time
I'd have my picture in your heart
If I were you

If I were you
I would not leave before saying "Good Morning"
Nor sleep before saying "Good Night"
I'd keep me in night dreams and by daylight
If I were you

But, I'm not you.
And you are not me
And for you, now,
I'm nothing but a passer-by.

Just a passer-by

50 ANOS: Escola Estadual Dr. Carlos Albuquerque


PROGRAMAÇÃO

Dia 24/09/2009
Homenagem Especial à Escola da
Câmara Municipal de Montes Claros

Dia 26/09/2009
6h.: Alvorada na Escola.
14h.: Exposição da História da Escola
Apresentações Artísticas diversas

Dia 28/09/2009
Exposição da História da Escola
Joves Talentos: apresentações artísticas diversas
de alunos da escola e convidados.

28/09/2009
NOITE CULTURAL: Documentário Histórico da Escola e Artistas da Terra.